quinta-feira, 13 de outubro de 2011


Sede do Pan, Guadalajara exala tequila até dentro da ‘casa’ dos atletas

Fonte de comércio e de turismo, bebida é lembrada por toda a cidade mexicana

No estande, ainda inacabado, mas já decorado com barris e garrafas, duas loiras sorridentes oferecem uma dose para um animado integrante da delegação chilena. Ele aceita e, depois de virar o copo de uma só vez garganta abaixo, arranca pequenos aplausos das atendentes. Tudo isso dentro da Vila Pan-Americana, casa dos atletas durante os Jogos de Guadalajara. Mesmo enquanto respira esporte por conta do evento, a cidade não deixa de lado uma de suas maiores paixões: a tequila.

Fonte de comércio e até mesmo de turismo, a bebida é explorada ao máximo pelo governo e pelas empresas locais. No aeroporto, a parede do salão de desembarque é pintada com a imagem de uma plantação e os dizeres: “Bem-vindos à terra da tequila”. A poucos metros dali, três garrafas gigantes de uma marca local também parecem gritar aos turistas desavisados que o consumo do produto é praticamente obrigatório.
Guadalajara tem referências à bebida por todos os lados. Com tantos ou mais cartazes e anúncios da bebida do que o Pan, a cidade atrai milhares de turistas em busca dos sabores locais, ainda que a produção seja em Tequila, cidade vizinha, a cerca de uma hora da sede dos Jogos.

Fábricas de marcas famosas, como Don Julio, Jose Cuervo e Herradura (patrocinadora do Pan e dona do estande na Vila), oferecem um tour pelas plantações e pelas etapas da fabricação da bebida. Nos pacotes, que saem em média a 1.200 pesos mexicanos (cerca de R$ 185), o turista sai de Guadalajara em um trem que conta com shows de mariachis e doses à vontade. Além disso, o almoço é em restaurantes que oferecem pratos à base de tequila.
Com o Pan, Guadalajara aproveitou para divulgar ainda mais a bebida. A duas semanas dos Jogos, barris estilizados de tequila foram espalhados pela cidade para celebrar a proximidade do evento. Além disso, o formato da tocha Pan-Americana foi inspirado na folha de agave, com a qual é feito o produto.
Pelas ruas, são centenas de bares que penduram em suas paredes anúncios das mais diferentes marcas. Em um dos restaurantes mais famosos de Guadalajara, durante o amistoso entre Brasil e México, na última terça, o gerente afirma que a bebida é a mais pedida nas noites mais movimentadas.
No mesmo restaurante, um cantor que se apresenta no salão desce do palco e, sem interromper a música, toma a garrafa de tequila de um grupo na mesa à frente. Em seguida, iluminado pelos holofotes, deixa o microfone de lado e vira uma boa dose da bebida, arrancando aplausos de seu público. No telão, a virada brasileira é transmitida praticamente sem ser notada. Enquanto os Jogos não começam, a tequila segue sendo a principal protagonista em Guadalajara.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

câncer no Brasil.

O câncer é responsável por cerca de 13% de todas as causas de óbito no mundo: mais
de 7 milhões de pessoas morrem anualmente da doença (International Union Against Cancer
- UICC).
Em 2004, o Brasil registrou 141 mil óbitos por câncer. As principais causas de morte
por câncer no sexo masculino foram de pulmão, próstata e estômago, enquanto no sexo feminino foram de mama, pulmão e intestino.
A explicação desse percentual tão alto de óbitos por câncer está diretamente relacionada à maior exposição dos indivíduos a fatores de risco cancerígenos. Os atuais padrões de
vida adotados em relação ao trabalho, nutrição e consumo em geral expõem os indivíduos a
fatores ambientais mais agressivos, relacionados a agentes químicos, físicos e biológicos resultantes de um processo de industrialização cada vez mais evoluído.
Esta distribuição do processo de industrialização varia de intensidade em função das
desigualdades sociais. Esses modelos de vida têm reflexos importantes no perfil epidemioló-
gico das populações.
A redução das taxas de mortalidade e de natalidade indica o prolongamento da expectativa de vida e o envelhecimento populacional, levando ao aumento da incidência de doenças crônico-degenerativas, especialmente as cardiovasculares e o câncer. Com o recente
envelhecimento da população, que projeta o crescimento exponencial de idosos, é possí-
vel identificar um aumento expressivo na prevalência do câncer, o que demanda, dos gestores do Sistema Único de Saúde (SUS), imenso esforço para a oferta de atenção adequada aos
doentes.
O câncer constitui, assim, problema de saúde pública para o mundo desenvolvido e
também para nações em desenvolvimento. No Brasil, a distribuição dos diferentes tipos de
câncer sugere uma transição epidemiológica em andamento.
No Brasil, a estimativa, para o ano de 2008, das taxas brutas de incidência por 1 milhão
e de número de casos novos por câncer em homens e mulheres, segundo a região e a análise por macrorregião, mostra que a Região Sudeste ocupa a primeira posição, responsável por
242.060 novos casos. A Região Sul encontra-se na segunda posição, com 99.580 novos casos; a Região Nordeste tem a terceira colocação, com 78.960 casos novos; a Região CentroOeste apresenta o quarto lugar, com 28.510 novos casos; e a Região Norte ocupa o quinto
lugar, apresentando 17.620 casos novos.

discurso de martin luther king

Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.

Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.

Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.

Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.

Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!

Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!

Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.

Esta é nossa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e quem sabe nós seremos um dia livre. Este será o dia, este será o dia quando todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado.

"Meu país, doce terra de liberdade, eu te canto.

Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos,

De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!"

E se a América é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro.

E assim ouvirei o sino da liberdade no extraordinário topo da montanha de New Hampshire.

Ouvirei o sino da liberdade nas poderosas montanhas poderosas de Nova York.

Ouvirei o sino da liberdade nos engrandecidos Alleghenies da Pennsylvania.

Ouvirei o sino da liberdade nas montanhas cobertas de neve Rockies do Colorado.

Ouvirei o sino da liberdade nas ladeiras curvas da Califórnia.

Mas não é só isso. Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Pedra da Geórgia.

Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Vigilância do Tennessee.

Ouvirei o sino da liberdade em todas as colinas do Mississipi.

Em todas as montanhas, ouviu o sino da liberdade.

E quando isto acontecer, quando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda cidade, nós poderemos acelerar aquele dia quando todas as crianças de Deus, homens pretos e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão unir mãos e cantar nas palavras do velho spiritual negro:

"Livre afinal, livre afinal.

Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal."

28 de agosto de 1963





veja o vídeo....
http://youtu.be/siTs-8zbaq8

domingo, 9 de outubro de 2011

steve jobs


Steven Paul Jobs nasceu em São FranciscoCalifórnia no dia 24 de Fevereiro de 1955 e morreu em Palo Alto, Califórnia, 5 de Outubro de 2011. Foi um inventor,empresário e magnata americano no setor da informática. Notabilizou-se como co-fundador, presidente e diretor executivo da Apple Inc.  Foi também diretor executivo da empresa de animação por computação gráfica Pixar e acionista individual máximo da The Walt Disney Company.
No final da década de 1970, Jobs, em conjunto com Steve Wozniak e Mike Markkula, entre outros, desenvolveu e comercializou uma das primeiras linhas de computadores pessoais de sucesso, a série Apple II.  No começo da década de 1980, ele estava entre os primeiros a perceber o potencial comercial da interface gráfica do utilizador guiada pelo mouse, o que levou à criação do Macintosh
Após perder uma disputa de poder com a mesa diretora em 1984, Jobs demitiu-se da Apple e fundou a NeXT, uma companhia de desenvolvimento de plataformas direccionadas aos mercados de educação superior e administração. A compra da NeXT pela Apple em 1996 levou Jobs de volta à companhia que ele ajudara a fundar, e ele serviu como seu CEO de 1997 a 2011, ano em que anunciou sua renúncia ao cargo, recomendando Tim Cook como sucessor. 

Morreu  aos 56 anos, devido a um câncer no pâncreas